Performance · Mídia Paga · CRO · Dados · Growth
Encontro o que os dados não estão te contando. Conecto mídia paga, funil e atribuição para transformar cada real investido em receita real.
A maioria das empresas acha que tem problema de tráfego. Na verdade, tem problema de mensuração.
Comunicação é o que move Emanoel Moreira. Acredito que ela salva projetos e ideias e que quando ela falha, nenhuma ferramenta resolve.
Fui formado dentro da operação interna do Google — aprendi o rigor técnico das Big Techs antes de qualquer empresa no mercado me ensinar. Aplico esse padrão em cada decisão de mídia, funil e dados.
Por isso nunca aceito o funil como ele veio. Meu trabalho começa antes do Google Ads, antes do criativo, antes do budget. Começa entendendo onde a mensagem está quebrando e por quê os dados não estão contando a história completa.
Em toda a trajetória, o fio condutor foi o mesmo: encontrar o que ninguém estava olhando e agir. Às vezes isso significou construir uma arquitetura de atribuição do zero. Outras vezes, usar um meme viral como veículo de aquisição. É assim que penso. É assim que trabalho.
A empresa operava mídia paga sem conseguir enxergar o resultado final das conversões. O produto era um software desktop — o clique vinha do anúncio, mas a ativação acontecia no desktop, invisível para todos os canais de mídia. Esse salto era um ponto cego completo.
Identifiquei o problema por conta própria, estudei a documentação técnica do GTM Server-Side e mapeei a solução completa no Miro. Apresentei para a liderança direta e defendi o projeto por meses. Sem orçamento aprovado, fui atrás de fornecedores, pesquisei alternativas internas e continuei empurrando até conseguir viabilizar cada fase.
Na fase final, articulei com o time de dados uma solução via BigQuery que a empresa havia cotado externamente em até R$400 mil. Fizemos internamente, com custo próximo de zero. Pela primeira vez, vimos qual campanha, qual criativo e qual canal geravam cada assinatura no desktop. CPA caiu 50% num mercado que estava subindo.
Em 2019, o fenômeno da Betina explodiu nas redes, prometendo enriquecimento rápido e irreal. O vídeo virou meme nacional e criava ruído exatamente no público que queríamos educar sobre investimentos responsáveis.
A hipótese: se o público estava buscando o vídeo da Betina, era porque tinha interesse em investir. Bastava interceptar esse tráfego com uma narrativa verdadeira. Criamos um vídeo com colaboradores reais, mesmo roteiro da Betina, final diferente — sem promessa, com verdade.
A decisão técnica que fez a diferença: curadoriei todos os termos de busca do vídeo viral e configurei como Intenção Personalizada no YouTube, interceptando quem estava prestes a assistir o conteúdo errado. O resultado foi orgânico e pago ao mesmo tempo.